qui. mar 12th, 2026

Colby Covington Decepcionado com Exclusão e Critica Card do UFC na Casa Branca

Colby Covington, ex-campeão interino dos meio-médios do UFC, esperava participar do card de lutas da Casa Branca do UFC, dada sua notável posição como um dos maiores apoiadores do então presidente Donald Trump na organização.

Contudo, seu nome estava visivelmente ausente do anúncio oficial. Em vez disso, ele recebeu uma oferta para enfrentar o vencedor de uma luta futura (Malott vs. Burns).

Covington expressou seu forte desejo pela luta, afirmando ter feito campanha ativa junto ao UFC. Ele acreditava que poderiam estar reservando-o para o evento, mas a organização não conseguiu encontrar um oponente. Ele se ofereceu para lutar contra qualquer um, até mesmo nos pesos médios com pouco aviso, embora preferisse lutar nos meio-médios com um camp completo. No final, ele aceitou a luta proposta contra um futuro vencedor, mesmo que isso significasse esperar até o final do ano.

Para ‘Chaos’, que se considera um “homem da empresa” leal, sua exclusão do evento da Casa Branca foi profundamente decepcionante.

Ele admitiu sentir-se “chateado” em vez de “incomodado”, confiante de que sua participação era garantida. Ele destacou seu apoio pioneiro a Trump dentro do UFC, relembrando suas demonstrações públicas de lealdade com um boné MAGA e seu cinturão na Times Square durante turnês de mídia em 2018, numa época em que tal apoio era raro entre atletas.

Covington esperava o chamado para representar os EUA no evento da Casa Branca, mas a oportunidade nunca se concretizou por parte do UFC.

Ele descartou sugestões de pedir um favor diretamente a Trump, reconhecendo as responsabilidades mais críticas do ex-presidente, como a manutenção da paz mundial. “Acho que a chance de ir para a Casa Branca já passou para mim”, disse.

Apesar de seu desejo pessoal de participar, Covington criticou o card de lutas que foi montado para o evento.

Ele classificou o card como “péssimo”, ecoando o sentimento dos fãs de que foi decepcionante e desorganizado, apresentando apenas uma luta por título e uma interina de última hora, em vez das múltiplas disputas de cinturão prometidas. Ele também lamentou a falta de lutadores americanos proeminentes, exceto Michael Chandler e Sean O’Malley, questionando a representatividade para o 250º aniversário da América. Ele especulou que o UFC, tendo garantido acordos lucrativos, pode não priorizar mais tais detalhes. “Os fãs se manifestaram. É lamentável”, concluiu.

By Ítalo Montero

Ítalo Montero - jornalista experiente de Fortaleza, especializado em cobertura de MMA e Jiu-jitsu Brasileiro. Em 12 anos de carreira, realizou centenas de entrevistas com lutadores do UFC e Bellator.

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